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Deixar registrado aqui essa fase da minha vida. Difícil, talvez a pior, mas como tal já passou. Conheço meu inimigo, portanto nunca subestimo o Câncer. Esse mal é traiçoeiro, e como!!! Não valorizo a sua passagem muito menos o seu fantasma. Não deixo de viver um dia sequer, grata a Deus que me concebe, feliz por ser a mulher forte que sou. Ando com Fé, e bola pra frente. A vida não para e eu também não.

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17 de fevereiro de 2011

ANGÚSTIA E CÂNCER DE MAMA

Nossas imunidades nossos preciosos cristais.
Lendo um post do amigo Felipe http://www.tivecancergracasdeus.blogspot.com/ de título SEJA FELIZ COM A ALEGRIA DOS OUTROS, ele toca exatamente na necessidade de ser sensível a dor alheia estendermos este conceito aos terceiros, ou seja, ficar feliz com a felicidade alheia, pessoas que muitas vezes nem fazem parte do nosso círculo de amizade ou relacionamento, estaremos aumentando muito o nosso grau de felicidade interna.
Traduzindo tudo isso para a minha terapêutica, por maior que seja a minha dor, se dela eu conseguir extrair um bem ao meu próximo, não importa o que.
Um sorriso que estanque uma lágrima, ou mesmo duas lágrimas  unidas que rolam em memória de alguém que se foi, para mim será  quimioterapia n'alma, refletindo em  meu corpo.
Para aquele que se foi é luz na grande morada do Pai.
Fazer o bem, não importa a quem.
Obrigada Felipe.


Segue Matéria
A doença da tristeza,  uma pesquisa finlandesa sugere que há forte ligação entre angústia e câncer de mama
Atenção, mulheres: acontecimentos muito estressantes podem aumentar os riscos de aparecimento de câncer de mama. Principalmente aqueles que causam tristeza ou luto.
É o que sugere uma pesquisa finlandesa, cujos resultados foram publicados na American Journal of Epidemiology, uma importante revista médica dos Estados Unidos.
No ranking dos pesquisadores, o divórcio aparece no topo da lista, seguido da morte do marido ou de um parente ou amigo muito próximo. Segundo a pesquisa, o perigo mais do que dobra para as mulheres que se divorciam e é duas vezes maior para as que ficam viúvas (veja quadro).

 Desgastes emocionais não necessariamente ligados a ocorrências tristes também embutem algum risco. Entre eles, a simples mudança de casa. "Nenhum estudo do género havia conseguido informações tão precisas quanto esse", diz o oncologista Artur Katz, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O câncer de mama é a segunda neoplasia mais comum entre as brasileiras. De acordo com as estimativas do Instituto Nacional do Câncer, só neste ano serão registrados cerca de 40.000 novos casos da doença.
A pesquisa finlandesa é produto de um universo riquíssimo em informações – o Finnish Twin Cohort, uma base de dados com o histórico atualizado de cerca de 20.000 pares de gémeos nascidos na Finlândia antes de 1958. A partir dela, é possível examinar a influência da genética, do meio ambiente e dos fatores psicológicos no desenvolvimento de doenças crónicas. Para chegar aos resultados sobre o câncer de mama, foram analisados dados sobre a vida de mais de 5 400 mulheres e suas respectivas irmãs gémeas, recolhidos durante quinze anos. Os pesquisadores concentraram a atenção apenas nos pares de gémeas em que uma delas desenvolveu câncer e a outra não. Os pares em que as duas irmãs tiveram a doença ou que apresentavam antecedentes familiares foram excluídos. Assim, eles evitaram que uma possível propensão genética pudesse interferir nos resultados. Também foram deixadas de lado as mulheres que apresentavam outros fatores de risco comprovadamente associados ao câncer de mama – como primeira menstruação precoce, menopausa tardia, tabagismo e primeira gravidez em idade avançada.
Os médicos, no entanto, continuam sem entender por completo o mecanismo que faz com que o stress repercuta de forma tão negativa na saúde das mulheres. O que se sabe até o momento é que altas doses de stress interferem na produção de estrógeno. Em demasia, o hormônio acelera a multiplicação das células mamárias. Nesse processo, cresce a possibilidade de ocorrer um erro, o que pode levar ao aparecimento de um tumor. Mas ninguém desvendou ainda como o stress age sobre o estrógeno.
Paula Neiva

Um comentário:

Marina da Silva disse...

Wilma,
Já li bastante sobre este assunto e sua relação com câncer. Câncer é uma doença complexa, não é única nem tem tratamento único aplicado para todos como remédio para gado. Sofrer, enlutar faz parte do "viver a vida", e às perdas ainda devem ser acrescentadas variáveis como alimentação (excesso de hormônios e drogas na criação de animais, conservantes, herbicidas, pesticidas e um monte de "cidas"), o stress da vida urbana, das relações sociais (amor, sexo, trabalho, família, etc), a hereditariedade, os fatores citados por vc e "N" outros fatores. Só o desamor, divórcio, viuvez é explicação fácil, vazia, tosca até para o próprio país onde tal pesquisa foi realizada! A dor, a tristeza, a doença podem gerar coisas belas, que o diga Van Gogh, Niestzche e até vc e eu que estamos fazendo estas trocas tão ricas né? Mas vale ler pesquisas assim para questionar: será? Bjus. Bom fim de semana. Fica com Deus! Marina

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